terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PUBLICIDADE da Folha Online A cantora Cláudia Leitte disse em entrevista à revista "Júnior", que foca no público gay, que ficou magoada por ter sido chamada de homofóbica. Ela ainda disse que é uma "traveca de salto alto". Jurado de "Ídolos" vai integrar "American Idol Latino" Jornais da Record lideram audiência matutina Jennifer Aniston fará parte de banda de country em novo filme Leitte procurou a revista para esclarecer um episódio ocorrido em novembro de 2008, quando, ao ser entrevistada por Léo Áquila no "TV Fama", da RedeTV!, disse: "Eu adoro gays, mas queria um filho macho". Brad Pitt usa pressão sobre casamento para defender causa gay Comitê descarta conceder Nobel da Paz para Michael Jackson Ex-Produtores da Broadway são condenados à prisão Divulgação Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê Ela comentou na edição que chega hoje nas bancas a repercussão do episódio. Leitte estava em novembro grávida de Davi, que nasceu em janeiro deste ano. "Isso me faz ter um pouco de receio. Então eu tenho medo disso acontecer novamente e me magoar, de eu acabar... sei lá, permitindo que alguém venha e me crucifique de novo como no caso do preconceito com relação aos homossexuais. Eu fui chamada de homofóbica e me magoou profundamente", afirmou a cantora em um trecho da entrevista na qual esclarece esses pontos. Leitte ainda afirmou que a colocação foi tirada de contexto. "Eu aprendi com isso, que eu tenho que selecionar as pessoas com quem devo conversar sobre isso, sobre este tipo de assunto. Pois são assuntos polêmicos. Embora seja uma sociedade que já aceite melhor, diferente de dez anos atrás. Então acho que tenho que ser mais seletiva, eu não posso falar sobre esse assunto no meio da discussão em que for colocada", afirmou a cantora. Mônica Bergamo: "Playboy" negocia capa com Fernanda Young Autora de "Crepúsculo" é acusada de plágio No entanto, a cantora ainda reafirmou que prefere que seu filho não seja gay, mas deu a entender que respeitaria a escolha dele. "Não tenho preconceito contra nada, agora, é lógico que gostaria que se meu filho puder me dar netos... Eu vou querer que ele seja heterossexual. Isso vai depender das escolhas dele. No contexto de brincadeira, se você perguntar: 'Você quer que seu filho seja gay?', na verdade, não quero não, mas se ele for...", disse Leitte. Ela disse que as declarações não afetaram seu relacionamento com a comunidade gay. "Não senti nada. Eu passo pelo beco do off em Salvador. Você conhece né? Eu passo ali e eles sabem que eu sou uma traveca assim né... salto alto. Eu sou uma bicha discreta. Passo ali cantando 'It's Raining Man', 'I Will Survive'", afirmou Leitte. LEIA MAIS Claudia Leitte planeja lançar disco em espanhol "Michael Jackson foi o artista mais completo do mundo", diz Claudia Leitte Claudia Leitte diz que fingia ser Xuxa quando criança LEIA OUTRAS NOTÍCIAS DE ILUSTRADA Jornais da Record lideram audiência matutina Robbie Williams lança álbum em novembro Gianne Albertoni é contratada para o "Hoje em Dia", diz "Ooops!" 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A cantora Cláudia Leitte disse em entrevista à revista "Júnior", que foca no público gay, que ficou magoada por ter sido chamada de homofóbica. Ela ainda disse que é uma "traveca de salto alto".Leitte procurou a revista para esclarecer um episódio ocorrido em novembro de 2008, quando, ao ser entrevistada por Léo Áquila no "TV Fama", da RedeTV!, disse: "Eu adoro gays, mas queria um filho macho"
Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê
Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê
.Ela comentou na edição que chega hoje nas bancas a repercussão do episódio. Leitte estava em novembro grávida de Davi, que nasceu em janeiro deste ano.
"Isso me faz ter um pouco de receio. Então eu tenho medo disso acontecer novamente e me magoar, de eu acabar... sei lá, permitindo que alguém venha e me crucifique de novo como no caso do preconceito com relação aos homossexuais. Eu fui chamada de homofóbica e me magoou profundamente", afirmou a cantora em um trecho da entrevista na qual esclarece esses pontos.
Leitte ainda afirmou que a colocação foi tirada de contexto. "Eu aprendi com isso, que eu tenho que selecionar as pessoas com quem devo conversar sobre isso, sobre este tipo de assunto. Pois são assuntos polêmicos. Embora seja uma sociedade que já aceite melhor, diferente de dez anos atrás. Então acho que tenho que ser mais seletiva, eu não posso falar sobre esse assunto no meio da discussão em que for colocada", afirmou a cantora.No entanto, a cantora ainda reafirmou que prefere que seu filho não seja gay, mas deu a entender que respeitaria a escolha dele. "Não tenho preconceito contra nada, agora, é lógico que gostaria que se meu filho puder me dar netos... Eu vou querer que ele seja heterossexual. Isso vai depender das escolhas dele. No contexto de brincadeira, se você perguntar: 'Você quer que seu filho seja gay?', na verdade, não quero não, mas se ele for...", disse Leitte.
Ela disse que as declarações não afetaram seu relacionamento com a comunidade gay. "Não senti nada. Eu passo pelo beco do off em Salvador. Você conhece né? Eu passo ali e eles sabem que eu sou uma traveca assim né... salto alto. Eu sou uma bicha discreta. Passo ali cantando 'It's Raining Man', 'I Will Survive'", afirmou Leitte.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ARGENTINA: PRIMEIRO CASAMENTO HOMOSSEXUAl


O primeiro casamento gay na América Latina será entre dois homens argentinos e está marcado para o próximo dia primeiro de dezembro. Alex Freyre, de 39 anos, e Jose Maria Bello, de 41 estarão no Registro Civil de Buenos Aires e, se não houver nenhum obstáculo, legal serão declarados casados na forma e para todos os efeitos da lei. Os dois aproveitam uma brecha na Constituição argentina que não especifica em nenhum artigo que o casamento só possa ser realizado entre um homem e uma mulher.

Quatro casais gays tentaram a autorização no Registro Civil e receberam o não. Mas não recorreram. Freyre e Bello não desistiram e apelaram para um tribunal contencioso administrativo da cidade, e qual não foi a surpresa deles quando uma juiza, Gabriela Sejas, determinou que o Registro estava obrigado a realizar o casamento entre os dois homens.

Há poucas horas do casamento, ninguém ou nenhuma entidade política ou religiosa apresentou recurso contra a sentença da juíza, embora o Cardeal Beroglio da Igreja Católica tenha declarado que a sentença era "absolutamente ilegal" e que o governo argentino devia tomar alguma providência legal para impedir o casamento.

Um pequeno comentário

Hoje em dia em todo mundo principalmente no Brasil,existem Homossexuais(Os homossexuais são pessoas que gostam de indivíduo do mesmo sexo, podendo ter relacionamentos instáveis e sentir atração pelo parceiro (a). Normalmente os indícios dessa opção começam a se manifestar na adolescência, quando o jovem começa a notar que suas preferências são diferentes do que a sociedade considera convencional. O processo para o indivíduo aceitar sua condição é demorado, afinal, ele está ciente dos julgamentos que sofrerá e o quanto as pessoas conservadoras vêem com maus olhos o homossexualismo.) e eles estão sempre sendo agredidos porque,eu não sei mas este blog vai te falar agora o Porque!
Todas as pessoas Homofóbicas (homofóbico é uma espécie de indivíduo que tem repulsa a homossexuais, sente-se incomodado com a presença dessas pessoas. Esse tipo de comportamento tem gerado polêmica dentro da sociedade, afinal, estamos tratando de uma espécie de preconceito que causa muita dor e sofrimento em quem é discriminado.) se sentem mau perto de Homossexuais,e então eles vão bater nessas pessoas.Existem muitos casos de agreção física em homossexuais principalmente aqueles que,andão de mão dadas,abraçados,se beijando em lugar publico e assim em diante.
Mais sera que essas pessoas se sentem bem mesmo assim , existem casos de homossexuais que não ligam para o xingamento e a agreção,mais mesmo assim ser Homofóbico não é legal pois Homofobia e um preconceito e não é legal vamos juntos combater isso .


Diga não a homofobia 
homofóbico significado Homofóbico Significado

sábado, 12 de novembro de 2011

Ataques homofóbicos crescem em todo o mundo. No Brasil já são 250.

No último ano, o Brasil registrou 250 assassinatos decorrentes de ataques homofóbicos e transfóbicos. Nos Estados Unidos,  os crimes de ódio contra homossexuais correspondem a 20% de todos os crimes de ódio registrados no país. Na África do Sul ganha força o fênomeno chamado “estupro coletivo”, cometido por homens que estupram lésbicas com o fim de corrigir a sexualidade de suas vítimas.
Mundialmente, portanto, estamos enfrentando o crescimento da intolerância e do ódio. A sociedade, de forma não localizada, tem caminhado no sentido contrário ao da garantia de direitos humanos. Diante desta situação, preciso é unir forças não por uma “bandeira”, mas por uma causa muito nobre: a garantia de que todos somos iguais, a garantia de que nossa sociedade é livre e todo ser humano é digno de respeito.
O passado traz exemplos penosos de violência indiscriminada decorrente do ódio e da intolerância. Superar preconceitos, informar-se, educar-se para a liberdade são exercícios que todos nós diariamente devemos praticar, conforme nos ensina  Navi Pillay, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos:

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Grupo Arco-íris faz protesto contra homofobia no Rio Integrantes pedem a aprovação do projeto que equipara homofobia a racismo. Manifestantes levaram girassóis que simbolizam "esperança".


Ativistas do Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual pediram "piedade, senhor, pra essa gente covarde" aos pés do Cristo Redentor, no Corcovado, na Zona Sul do Rio, neste domingo (7). A frase, que é de uma música de Cazuza e Roberto Frejat, estava em um cartaz carregado pelos manifestantes.

Eles querem a aprovação de um projeto de lei contra a homofobia, que está em tramitação no Senado. 

O projeto equipara a discriminação aos homossexuais ao crime de racismo, segundo o coordenador do Grupo Arco-Íris, Cláudio Nascimento.

Os manifestantes levaram girassóis aos pés do Cristo para transmitir à sociedade ideais contra homofobia. O ato terminou com uma missa no Santuário do Cristo Redentor.

"A realidade desse santuário nos faz integrar a realidade antropológica", disse o padre Omar Raposo antes da benção para turistas.

O coordenador do Grupo Arco-Íris explicou que foram usados girassóis pois representam "esperança, luz e piedade".

"Não estamos falando de privilégio no projeto, mas sim de direitos humanos. Está em questão a discriminação no trabalho e na escola. São coisas concretas", disse o coordenador do Grupo Arco-Íris.

De acordo com dados colhidos na imprensa pelo movimento, 2.582 homossexuais foram assassinados em crimes de natureza homofóbica nos últimos 10 anos. Segundo Nascimento, o Rio de Janeiro é o terceiro no ranking de assassinatos, em segundo está Pernambuco e São Paulo em primeiro lugar. 

EXTRA-EXTRA


Grupo Arco-íris diz que retirou site do ar após ataque hacker

Segundo a ONG, mensagem ‘Fora Dicésar’ apareceu na página.
Grupo defende direitos de homossexuais.
O Grupo Arco-íris de Cidadania LGBT afirma que teve o site atacado por hackers. De acordo com a organização, que defende os direitos dos homossexuais, a mensagem “Fora Dicésar”, em referência ao participante do BBB10, apareceu em destaque na página eletrônica da instituição, junto com expressões homofóbicas, na manhã deste sábado (27).

Dicésar faz parte do time dos “coloridos” da edição atual do Big Brother Brasil. Neste fim de semana, ele enfrenta um paredão contra Marcelo Dourado, um participante acusado de ter discurso homofóbico. No site do BBB, está aberta uma votação para decidir qual dos dois será eliminado.

“Sabíamos que o Dicésar estaria no paredão e na sexta (26) mesmo começamos uma campanha convocando a Comunidade LGBT a votar em Marcelo Dourado. Hoje o site amanheceu alterado e com toda a ferramenta de administração de conteúdo corrompida. Por isso optamos por tirar o domínio do ar”, disse Gilza Rodrigues, presidente da organização.

A ONG está consultando advogados para verificar as medidas jurídicas e criminais possíveis. “Isso é um crime, uma prova de intolerância e violência com a nossa comunidade”, afirma Gilza.


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