quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Boa noite ..... ZZZZZ

Boa noite amanhã eu voltarei com mais noticias e anúncios

Não sumam por favor, terei boas ou mas noticias amanhã

tchau tchau grandes abraços....


Centro contra homofobia participará de festivais culturais


A Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), por meio do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (CentrHo), realizou ontem (11), uma reunião com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), que integra o Conselho Estadual de Diversidade Sexual, na Casa da Assistência Social e da Cidadania. 

Como resultado da reunião, ficou pactuado a inserção da Setas, através do CentrHo, no Festival da América do Sul, Festival Universitário Audiovisual e Festival de Inverno de Bonito, assim como a realização de Sarau Cultural LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis), em comemoração ao Dia Estadual de Combate a Homofobia, com o objetivo de divulgar a cultura produzida pelo segmento. 

O CentrHo fica na rua Cândido Mariano nº 713. Denúncias ou informações pelo telefone (67) 3324-0763 e e-mail centrho@hotmail.com.

Música gera polêmica ao incitar à homofobia (2)


A letra de Bruto, Rústico e Sistemático,, de João Carreiro e Capataz, gerou indignação por conter traços homofóbicos

A ONG ABCD's manifestou indignação com a letra da música, que evidencia o pensamento homofóbico e machista. Convidados
QUEM QUISER SABER MAIS ENTRE NO SITE:
http://www.redetv.com.br/Video.aspx?124,28,245960,entretenimento,manha-maior,musica-gera-polemica-ao-incitar-a-homofobia-1

Clubes do Campeonato Inglês se unem contra homofobia no futebol


A campanha está sendo organizada pelo governo britâncio (EFE)
A campanha está sendo organizada pelo governo britâncio
Os 20 clubes do Campeonato Inglês fizeram nesta quarta-feira (2) um manifesto público contra a homofobia no mundo do esporte.

O Governo britânico lançou em março do ano passado a "Carta contra a homofobia", uma iniciativa similar à qual já tinha sido lançada na França.

A organização do Campeonato Inglês assinou o documento em junho, enquanto as equipes que atuam na primeira divisão inglesa resolveram assinar o manifesto nesta quinta-feira, que já conta com "cerca de 3 mil indivíduos e clubes", segundo a ministra de Igualdade britânica, Lynne Featherstone.

"O Campeonato Inglês e seus membros acreditam que qualquer um deveria participar e desfrutar do esporte", assinalou o diretor-executivo da Premier, Richard Scudamore.

O representante do Campeonato Inglês ressaltou que se sente "satisfeito" de "reafirmar o compromisso" contra a homofobia com "as assinaturas individuais de cada um dos clubes".

Na carta assinada nesta quinta-feira pelas equipes da primeira divisão inglesa, o conteúdo afirma um comprometimento dos times de "fazer do futebol um lugar bem-vindo para todo o mundo, tanto para os que participam do jogo, como para os que assistem as partidas e os que trabalham como voluntários".

Até o momento, o único jogador profissional inglês que assumiu em público sobre seu homossexualismo foi Justin Fashaw, que se suicidou em 1998 após ser acusado pela Polícia americana de uma suposta agressão sexual a um menor de idade.

Segundo a organização de defesa dos direitos dos homossexuais Stonewall, a maioria dos jogadores gays sofre pressões por parte de seus clubes e agentes para que não tornem pública sua orientação sexual. O motivo, no entanto, seria o de evitar a "hostilidade dos torcedores".

Investigação de juízes, homofobia e outros temas polêmicos na pauta de 2012


[Ministra Eliana Calmon, corregedora do CNJ     ]
Matérias que aqueceram as discussões no Senado em 2011, e que, por sua natureza polêmica, acabaram não sendo votadas, retornam à pauta de trabalho dos senadores em 2012. Entre elas está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 97/2011, que disciplina o poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e um novo projeto de lei para tratar da homofobia.

Na última sessão da CCJ de 2011, senadores pressionaram para que a PEC - apresentada em agosto pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) - pudesse ser votada ainda este ano, a fim de devolver ao CNJ o poder pleno para investigar magistrados. No entanto, um requerimento para realização de audiência pública sobre o tema, com participação da corregedora do CNJ, ministra Eliana Calmon, foi motivo de adiamento da discussão para 2012. Segundo o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), a matéria será votada assim que seja realizada a audiência pública. Desse debate devem participar ainda ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e representantes de entidades dos magistrados.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) concentrará alguns dos principais debates do primeiro semestre de 2012, inclusive a PEC do CNJ. O texto de autoria do senador Demostenes Torres (DEM-GO) torna mais clara a competência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para processar e punir juízes. A proposta ganhou destaque neste final de ano depois da liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), restringindo os poderes do conselho. Com a decisão, os conselheiros não podem mais iniciar investigações, sendo autorizados a atuar apenas em processos já abertos pelas corregedorias dos tribunais que estejam paralisados. O STF ainda vai julgar o mérito das restrições.
Homofobia
Na Comissão de Direitos Humanos (CDH), o Senado dará continuidade à discussão de uma das proposições mais polêmicas que já passaram pela Casa: o Projeto de Lei da Câmara122/2006, mais conhecido como a lei anti-homofobia. O projeto criminaliza a discriminação motivada na orientação sexual ou em identidade de gênero da pessoa discriminada. O texto altera o Código Penal e a Lei do Racismo (Lei 7.716/1989) para incluir orientação sexual no rol de discriminações criminosas como pela cor de pele, etnia, origem nacional ou religião.
[Senador Antonio Carlos Valadares, relator do projeto sobre o Ato Médico. - Foto: José Cruz / Agência Senado]
O projeto está em discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), sob relatoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP). A relatora trabalha para conseguir um relatório de consenso entre senadores, que atendam militantes do movimento LGBT e evangélicos. Os dois segmentos têm tido atuação apaixonada no caso. Os militantes pelos direitos LGBT lutam para acabar com os constantes episódios de violência com motivações homofóbica. Os evangélicos, como o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), querem assegurar o respeito à liberdade religiosa, evitando que suas críticas a homossexualidade sejam tratadas como crime.
O projeto estava previsto para ser votado na CDH em dezembro. Mas percebendo a falta de entendimento entre os senadores e o risco de seu relatório ser rejeitado, Marta Suplicy preferiu adiar a apresentação para 2012 para ganhar mais tempo para elaborar um texto que contemple o segmento religioso, mantendo a punição a comportamentos violentos e a intolerância contra gays.
Ao final da última reunião para tratar do tema, o senador Magno Malta (PR-ES), afirmava que o PLC 122 estava "sepultado" e que só um novo projeto poderia trazer conciliação aos dois lados.


Governo de SP apura homofobia em protesto de torcida do Palmeiras


O governo de São Paulo pode multar a torcida do Palmeiras Mancha Alviverde em até R$ 55 mil em razão da faixa “A Homofobia Veste Verde”. Ela foi mostrada durante um protesto em meio à possível contratação do jogador Richarlyson, do Atlético-MG. A faixa foi exibida por alguns torcedores no dia 4 de janeiro em ato em frente ao portão da Academia de Futebol do Palmeiras. A contratação não foi concretizada.
Quem investiga o fato é a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania, que recebeu o relato de discriminação da Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual e instaurou um processo administrativo, de acordo com publicação no Diário Oficial do Estado de sábado (28).
Segundo a coordenadora, Heloísa Gama Alves, foram coletadas reportagens e imagens que ligam a torcida ao ato. Ela diz lamentar a forma escolhida para protestar. “Primeiro, fico triste como palmeirense. Em segundo, por ser um sinal de falta de informação e de falta de respeito em relação a todos os homossexuais”, afirma.
Apesar de a criminalização da homofobia ainda ser uma polêmica no país e de um projeto tramitar no Congresso, penalidades já são previstas no estado de São Paulo no âmbito administrativo pela lei nº 10.948, de 2001. O infrator pode ser advertido ou então receber multa de até R$ 55.320. No ano passado, 63 processos foram abertos baseados nesta lei.
Heloísa Gama Alves quer que as ações ultrapassem essa esfera e propõe que a Federação Paulista de Futebol aproveite o Campeonato Paulista para promover nos estádios uma campanha contra a homofobia.
Mancha
O presidente da Mancha Alviverde, conhecido como Marquinhos, afirma que não houve nenhuma participação da diretoria na iniciativa de levar ao protesto uma faixa homofóbica. Segundo ele, mais de 500 torcedores participaram do protesto contra alguns jogadores e diretoria do dia 4 de janeiro. "Não sei quem são os garotos. Ninguém se apresentou aqui para a gente como sendo autor da faixa", afirma.
Marquinhos diz também ser contra a homofobia. "Hoje, no mundo, não cabe mais nenhum tipo de preconceito."

Criminalização da homofobia não passa de 2012, garante senador


O polêmico projeto de lei que criminaliza a homofobia (PL 122/06) deve finalmente ser votado, quase seis anos após a sua criação. Quem garante é o senador Paulo Paim (PT-RS), que vê boa vontade política até dos parlamentares mais conservadores com o andamento da questão. 
Do contra
Um dos principais opositores da ideia é o senadorMarcelo Crivella (PRB-RJ), que mobilizou os políticos cristãos a repudiá-lo como uma afronta à liberdade religiosa e de expressão. Ativistas do movimento LGBT, no entanto, não gostaram de um dos acordos feitos pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) com a bancada cristã. 
Púlpito
A senadora acatou o pedido de não criminalizar manifestações pacíficas de pensamento contrárias ao homossexuais. Em suma, os religiosos poderão continuar fazendo críticas abertamente aos gays, desde que não recorram ao discurso de ódio. 
Tags: criminalização, discurso de ódio, gays, homofobia, marcelo crivella, marta suplicy, paulo paim, prb, projeto de lei, pt, senado

Projeto que criminaliza homofobia será votado este ano, afirma presidente da CDH


O projeto de lei que criminaliza a homofobia será votado até o final do ano. A afirmação é do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), ao destacar as matérias a que a comissão vai dar prioridade em 2012.
Paim disse na terça-feira (31) à Agência Senado haver boa vontade entre os parlamentares para a construção de acordo com a relatora da matéria, senadora Marta Suplicy (PT-SP), e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), um dos críticos do projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que criminaliza a discriminação contra homossexuais.
Para o presidente da CDH, a opção sexual não pode ser motivo para discriminação, assim como deve ser garantido o direito de opinar sobre o tema.
- Vamos tentar resolver [o assunto] este ano. Não devemos permitir mais que a orientação sexual seja motivo de discriminação. Mas também devemos preservar o direito de os evangélicos e católicos manifestarem a sua visão sobre o tema, sem discriminar as pessoas - ressaltou Paim.
De acordo com o substitutivo da senadora Marta Suplicy apresentado ao PLC 122/06, quem não contratar ou não nomear ou dificultar a contratação ou nomeação de alguém que atenda às qualificações exigidas para o trabalho em razão de preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero poderá receber pena de reclusão de um a três anos. A pena também será aplicada, de acordo com a proposta em exame na CDH, a quem induzir à prática de violência de qualquer natureza por essas mesmas motivações.
O substitutivo também criminaliza a discriminação no mercado de consumo e na prestação do serviço público. Em seu relatório, Marta Suplicy excluiu a criminalização em caso de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião.
Quilombos
Outra proposição que Paim espera ver aprovada este ano é o projeto de lei do Senado (PLS 113/08), de sua autoria, que autoriza o Poder Executivo a criar Centros de Integração Federal em todas as comunidades quilombolas do país. A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda a designação de relator. Depois de votada na CCJ, o projeto será examinado pela CDH, de forma terminativa .
Esses Centros de Integração Federal Quilombola vão oferecer aos moradores das comunidades ensino básico, fundamental e tecnológico, bem como atividades esportivas, culturais, de lazer, de saúde e inclusão digital, explicou Paim. Os centros, de acordo com a proposta, estarão vinculados a cada área competente do Executivo federal.
Paim destacou que os projetos que beneficiam os aposentados, como o que prevê a extinção do fator previdenciário e os que estabelecem políticas de reajustes dos salários dessa parcela da população estão entre os temas a serem priorizados pela CDH. Também segundo o senador, a comissão vai "olhar com carinho" para as proposta de combate ao trabalho escravo e à violência contra as mulheres e crianças e as que estimulam a educação, especialmente o ensino técnico.
Iara Farias Borges / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Exposição Homofobia Fora de Moda em Mauá.


A Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer e as Oficinas Culturais recebe a exposição itinerante “Homofobia Fora de Moda”. Isso faz parte de um trabalho de cidadania e conscientização da Prefeitura de Mauá e com, Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias e Secretaria de Estado da Cultura.

O conjunto de 30 camisetas selecionadas pelo concurso Homofobia Fora de Moda, numa ação promovida pela Secretaria de Estado da Cultura – Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, com a Prefeitura de São Paulo – Secretaria de Participação e Parceria, Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual e o evento Casa de Criadores, ficará exposta durante o mês de fevereiro, nas Oficinas Culturais e alguns equipamentos da Secretaria de Cultura de Mauá, Grande São Paulo, região do ABC.

Ao todo, o concurso recebeu 122 desenhos/estampas, dos quais 30 foram selecionados, transformados em camisetas e, durante a 29ª Edição da Casa de Criadores, um júri composto de jornalistas, estilistas, designers, modelos e personalidades do mundo fashion escolheram os três primeiros colocados.

Oficinas Culturais de Mauá, Rua Rio Branco, 85, 1º Piso, Shopping Green Plaza, Centro, Mauá, SP, referência, em frente à Estação de Trem Mauá da CPTM, do mesmo lado que a Secretaria da Educação (um prédio redondo de vidro). Telefone: (11) 4544-7692.

Secretaria de Cultura de Mauá
(11) 4544-7692 Jardel Teixeira



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PUBLICIDADE da Folha Online A cantora Cláudia Leitte disse em entrevista à revista "Júnior", que foca no público gay, que ficou magoada por ter sido chamada de homofóbica. Ela ainda disse que é uma "traveca de salto alto". Jurado de "Ídolos" vai integrar "American Idol Latino" Jornais da Record lideram audiência matutina Jennifer Aniston fará parte de banda de country em novo filme Leitte procurou a revista para esclarecer um episódio ocorrido em novembro de 2008, quando, ao ser entrevistada por Léo Áquila no "TV Fama", da RedeTV!, disse: "Eu adoro gays, mas queria um filho macho". Brad Pitt usa pressão sobre casamento para defender causa gay Comitê descarta conceder Nobel da Paz para Michael Jackson Ex-Produtores da Broadway são condenados à prisão Divulgação Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê Ela comentou na edição que chega hoje nas bancas a repercussão do episódio. Leitte estava em novembro grávida de Davi, que nasceu em janeiro deste ano. "Isso me faz ter um pouco de receio. Então eu tenho medo disso acontecer novamente e me magoar, de eu acabar... sei lá, permitindo que alguém venha e me crucifique de novo como no caso do preconceito com relação aos homossexuais. Eu fui chamada de homofóbica e me magoou profundamente", afirmou a cantora em um trecho da entrevista na qual esclarece esses pontos. Leitte ainda afirmou que a colocação foi tirada de contexto. "Eu aprendi com isso, que eu tenho que selecionar as pessoas com quem devo conversar sobre isso, sobre este tipo de assunto. Pois são assuntos polêmicos. Embora seja uma sociedade que já aceite melhor, diferente de dez anos atrás. Então acho que tenho que ser mais seletiva, eu não posso falar sobre esse assunto no meio da discussão em que for colocada", afirmou a cantora. Mônica Bergamo: "Playboy" negocia capa com Fernanda Young Autora de "Crepúsculo" é acusada de plágio No entanto, a cantora ainda reafirmou que prefere que seu filho não seja gay, mas deu a entender que respeitaria a escolha dele. "Não tenho preconceito contra nada, agora, é lógico que gostaria que se meu filho puder me dar netos... Eu vou querer que ele seja heterossexual. Isso vai depender das escolhas dele. No contexto de brincadeira, se você perguntar: 'Você quer que seu filho seja gay?', na verdade, não quero não, mas se ele for...", disse Leitte. Ela disse que as declarações não afetaram seu relacionamento com a comunidade gay. "Não senti nada. Eu passo pelo beco do off em Salvador. Você conhece né? Eu passo ali e eles sabem que eu sou uma traveca assim né... salto alto. Eu sou uma bicha discreta. Passo ali cantando 'It's Raining Man', 'I Will Survive'", afirmou Leitte. LEIA MAIS Claudia Leitte planeja lançar disco em espanhol "Michael Jackson foi o artista mais completo do mundo", diz Claudia Leitte Claudia Leitte diz que fingia ser Xuxa quando criança LEIA OUTRAS NOTÍCIAS DE ILUSTRADA Jornais da Record lideram audiência matutina Robbie Williams lança álbum em novembro Gianne Albertoni é contratada para o "Hoje em Dia", diz "Ooops!" ESPECIAL Leia textos sobre Cláudia Leitte LIVRARIA Guia traz atrações GLS em São Paulo e ensina a se proteger da HOMOFOBIA Livro trata dos conflitos, mitos e tabus ENVOLVENDO RELACIONAMENTO ENTRE MENINAS Livro ensina aos pais como lidar com a ORIENTAÇÃO SEXUAL de seus filhos Folha de S.Paulono PUBLICIDADE AS ÚLTIMAS QUE VOCÊ NÃO LEU Neil Young trabalha em dispositivo de música digital de alta qualidade Shirley MacLaine vai estrelar série britânica "Downton Abbey" Wando terá de "rever estilo de vida", dizem familiares Niemeyer fará projeto para a Prefeitura de Curitiba Foo Fighters lança clipe de "These Days" na internet Banda Arctic Monkeys lidera premiação de música britânica "Tintim" continua líder nos cinemas; veja o ranking Danielle Winits deve voltar a "Xanadu" na próxima semana Thiago Fragoso diz ter percebido que o cabo se romperia Organização divulga lista dos principais filmes do Festival de Berlim PUBLICIDADE + LIDAS ÍNDICE Governador de Sergipe diz que não vai processar Rita Lee Wando terá de "rever estilo de vida", dizem familiares Thiago Fragoso diz ter percebido que o cabo se romperia Niemeyer fará projeto para a Prefeitura de Curitiba Foo Fighters lança clipe de "These Days" na internet + COMENTADAS Governo de Sergipe diz que polícia "agiu com sensatez" no caso Rita Lee Governador de Sergipe diz que não vai processar Rita Lee + ENVIADAS ÍNDICE Cartas revelam novas facetas do escritor argentino Julio Cortázar Governo de Sergipe diz que polícia "agiu com sensatez" no caso Rita Lee LIVRARIA DA FOLHA A MULHER DE PRETO Susan Hill De: 29,90 Por: 25,90 COMPRAR THE WALKING DEAD Jay Bonasinga, Robert Kirkman Por: 34,90 COMPRAR SEXO NA LUA Ben Mezrich Por: 29,90 COMPRAR PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN Lionel Shriver Por: 34,90 COMPRAR O ÚLTIMO DUELO Eric Jager Por: 47,90 COMPRAR NOTÍCIAS PODER MUNDO MERCADO COTIDIANO ESPORTE ILUSTRADA F5 CIÊNCIA TEC FOLHA DE HOJE FOLHA DIGITAL ASSINE A FOLHA AMBIENTE BICHOS BLOGS CELEBRIDADES COLUNISTAS COMIDA EQUILÍBRIO E SAÚDE FOLHATEEN FOLHINHA ILUSTRÍSSIMA REVISTA SÃOPAULO SABER TURISMO HORÓSCOPO TRÂNSITO FOLHAINVEST INDICADORES GUIA E-MAIL FOLHA ASSINANTES ERRAMOS TV FOLHA FOTO RÁDIO FOLHA ACERVO FOLHA Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos Atendimento ao Assinante | ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Trabalhe na Folha | Publicidade Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.

A cantora Cláudia Leitte disse em entrevista à revista "Júnior", que foca no público gay, que ficou magoada por ter sido chamada de homofóbica. Ela ainda disse que é uma "traveca de salto alto".Leitte procurou a revista para esclarecer um episódio ocorrido em novembro de 2008, quando, ao ser entrevistada por Léo Áquila no "TV Fama", da RedeTV!, disse: "Eu adoro gays, mas queria um filho macho"
Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê
Claudia Leitte segura Davi, seu único filho; cantora tenta explicar declaração que deu quando grávida sobre sexualidade do bebê
.Ela comentou na edição que chega hoje nas bancas a repercussão do episódio. Leitte estava em novembro grávida de Davi, que nasceu em janeiro deste ano.
"Isso me faz ter um pouco de receio. Então eu tenho medo disso acontecer novamente e me magoar, de eu acabar... sei lá, permitindo que alguém venha e me crucifique de novo como no caso do preconceito com relação aos homossexuais. Eu fui chamada de homofóbica e me magoou profundamente", afirmou a cantora em um trecho da entrevista na qual esclarece esses pontos.
Leitte ainda afirmou que a colocação foi tirada de contexto. "Eu aprendi com isso, que eu tenho que selecionar as pessoas com quem devo conversar sobre isso, sobre este tipo de assunto. Pois são assuntos polêmicos. Embora seja uma sociedade que já aceite melhor, diferente de dez anos atrás. Então acho que tenho que ser mais seletiva, eu não posso falar sobre esse assunto no meio da discussão em que for colocada", afirmou a cantora.No entanto, a cantora ainda reafirmou que prefere que seu filho não seja gay, mas deu a entender que respeitaria a escolha dele. "Não tenho preconceito contra nada, agora, é lógico que gostaria que se meu filho puder me dar netos... Eu vou querer que ele seja heterossexual. Isso vai depender das escolhas dele. No contexto de brincadeira, se você perguntar: 'Você quer que seu filho seja gay?', na verdade, não quero não, mas se ele for...", disse Leitte.
Ela disse que as declarações não afetaram seu relacionamento com a comunidade gay. "Não senti nada. Eu passo pelo beco do off em Salvador. Você conhece né? Eu passo ali e eles sabem que eu sou uma traveca assim né... salto alto. Eu sou uma bicha discreta. Passo ali cantando 'It's Raining Man', 'I Will Survive'", afirmou Leitte.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ARGENTINA: PRIMEIRO CASAMENTO HOMOSSEXUAl


O primeiro casamento gay na América Latina será entre dois homens argentinos e está marcado para o próximo dia primeiro de dezembro. Alex Freyre, de 39 anos, e Jose Maria Bello, de 41 estarão no Registro Civil de Buenos Aires e, se não houver nenhum obstáculo, legal serão declarados casados na forma e para todos os efeitos da lei. Os dois aproveitam uma brecha na Constituição argentina que não especifica em nenhum artigo que o casamento só possa ser realizado entre um homem e uma mulher.

Quatro casais gays tentaram a autorização no Registro Civil e receberam o não. Mas não recorreram. Freyre e Bello não desistiram e apelaram para um tribunal contencioso administrativo da cidade, e qual não foi a surpresa deles quando uma juiza, Gabriela Sejas, determinou que o Registro estava obrigado a realizar o casamento entre os dois homens.

Há poucas horas do casamento, ninguém ou nenhuma entidade política ou religiosa apresentou recurso contra a sentença da juíza, embora o Cardeal Beroglio da Igreja Católica tenha declarado que a sentença era "absolutamente ilegal" e que o governo argentino devia tomar alguma providência legal para impedir o casamento.

Um pequeno comentário

Hoje em dia em todo mundo principalmente no Brasil,existem Homossexuais(Os homossexuais são pessoas que gostam de indivíduo do mesmo sexo, podendo ter relacionamentos instáveis e sentir atração pelo parceiro (a). Normalmente os indícios dessa opção começam a se manifestar na adolescência, quando o jovem começa a notar que suas preferências são diferentes do que a sociedade considera convencional. O processo para o indivíduo aceitar sua condição é demorado, afinal, ele está ciente dos julgamentos que sofrerá e o quanto as pessoas conservadoras vêem com maus olhos o homossexualismo.) e eles estão sempre sendo agredidos porque,eu não sei mas este blog vai te falar agora o Porque!
Todas as pessoas Homofóbicas (homofóbico é uma espécie de indivíduo que tem repulsa a homossexuais, sente-se incomodado com a presença dessas pessoas. Esse tipo de comportamento tem gerado polêmica dentro da sociedade, afinal, estamos tratando de uma espécie de preconceito que causa muita dor e sofrimento em quem é discriminado.) se sentem mau perto de Homossexuais,e então eles vão bater nessas pessoas.Existem muitos casos de agreção física em homossexuais principalmente aqueles que,andão de mão dadas,abraçados,se beijando em lugar publico e assim em diante.
Mais sera que essas pessoas se sentem bem mesmo assim , existem casos de homossexuais que não ligam para o xingamento e a agreção,mais mesmo assim ser Homofóbico não é legal pois Homofobia e um preconceito e não é legal vamos juntos combater isso .


Diga não a homofobia 
homofóbico significado Homofóbico Significado

sábado, 12 de novembro de 2011

Ataques homofóbicos crescem em todo o mundo. No Brasil já são 250.

No último ano, o Brasil registrou 250 assassinatos decorrentes de ataques homofóbicos e transfóbicos. Nos Estados Unidos,  os crimes de ódio contra homossexuais correspondem a 20% de todos os crimes de ódio registrados no país. Na África do Sul ganha força o fênomeno chamado “estupro coletivo”, cometido por homens que estupram lésbicas com o fim de corrigir a sexualidade de suas vítimas.
Mundialmente, portanto, estamos enfrentando o crescimento da intolerância e do ódio. A sociedade, de forma não localizada, tem caminhado no sentido contrário ao da garantia de direitos humanos. Diante desta situação, preciso é unir forças não por uma “bandeira”, mas por uma causa muito nobre: a garantia de que todos somos iguais, a garantia de que nossa sociedade é livre e todo ser humano é digno de respeito.
O passado traz exemplos penosos de violência indiscriminada decorrente do ódio e da intolerância. Superar preconceitos, informar-se, educar-se para a liberdade são exercícios que todos nós diariamente devemos praticar, conforme nos ensina  Navi Pillay, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos:

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Grupo Arco-íris faz protesto contra homofobia no Rio Integrantes pedem a aprovação do projeto que equipara homofobia a racismo. Manifestantes levaram girassóis que simbolizam "esperança".


Ativistas do Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual pediram "piedade, senhor, pra essa gente covarde" aos pés do Cristo Redentor, no Corcovado, na Zona Sul do Rio, neste domingo (7). A frase, que é de uma música de Cazuza e Roberto Frejat, estava em um cartaz carregado pelos manifestantes.

Eles querem a aprovação de um projeto de lei contra a homofobia, que está em tramitação no Senado. 

O projeto equipara a discriminação aos homossexuais ao crime de racismo, segundo o coordenador do Grupo Arco-Íris, Cláudio Nascimento.

Os manifestantes levaram girassóis aos pés do Cristo para transmitir à sociedade ideais contra homofobia. O ato terminou com uma missa no Santuário do Cristo Redentor.

"A realidade desse santuário nos faz integrar a realidade antropológica", disse o padre Omar Raposo antes da benção para turistas.

O coordenador do Grupo Arco-Íris explicou que foram usados girassóis pois representam "esperança, luz e piedade".

"Não estamos falando de privilégio no projeto, mas sim de direitos humanos. Está em questão a discriminação no trabalho e na escola. São coisas concretas", disse o coordenador do Grupo Arco-Íris.

De acordo com dados colhidos na imprensa pelo movimento, 2.582 homossexuais foram assassinados em crimes de natureza homofóbica nos últimos 10 anos. Segundo Nascimento, o Rio de Janeiro é o terceiro no ranking de assassinatos, em segundo está Pernambuco e São Paulo em primeiro lugar. 

EXTRA-EXTRA


Grupo Arco-íris diz que retirou site do ar após ataque hacker

Segundo a ONG, mensagem ‘Fora Dicésar’ apareceu na página.
Grupo defende direitos de homossexuais.
O Grupo Arco-íris de Cidadania LGBT afirma que teve o site atacado por hackers. De acordo com a organização, que defende os direitos dos homossexuais, a mensagem “Fora Dicésar”, em referência ao participante do BBB10, apareceu em destaque na página eletrônica da instituição, junto com expressões homofóbicas, na manhã deste sábado (27).

Dicésar faz parte do time dos “coloridos” da edição atual do Big Brother Brasil. Neste fim de semana, ele enfrenta um paredão contra Marcelo Dourado, um participante acusado de ter discurso homofóbico. No site do BBB, está aberta uma votação para decidir qual dos dois será eliminado.

“Sabíamos que o Dicésar estaria no paredão e na sexta (26) mesmo começamos uma campanha convocando a Comunidade LGBT a votar em Marcelo Dourado. Hoje o site amanheceu alterado e com toda a ferramenta de administração de conteúdo corrompida. Por isso optamos por tirar o domínio do ar”, disse Gilza Rodrigues, presidente da organização.

A ONG está consultando advogados para verificar as medidas jurídicas e criminais possíveis. “Isso é um crime, uma prova de intolerância e violência com a nossa comunidade”, afirma Gilza.


Leia mais notícias de Rio

Vejam também uma Ameaça de novas brigas de gangues faz polícia reforçar segurança em SP


Punks querem revanche contra skinheads para vingar morte de membro.
PM e Decradi monitoram web; confronto pode ser no 7 de Setembro e sexta.




vejam mais no site da globo.

Dupla diz ter sido agredida em ataque homofóbico na região da Paulista Novo caso de agressão aconteceu na Rua Peixoto Gomide. Estudante de 27 anos levou uma garrafada no olho.


Um estudante de 27 anos afirmou que ele e um amigo foram vítimas de mais um ataque homofóbico na região da Avenida Paulista, na madrugada de terça-feira (25), aniversário de São Paulo. Com esse, são pelo menos cinco casos desde 14 de novembro, quando quatro adolescentes e um jovem de 19 anos cometeram agressões na mesma avenida.
Por volta das 4h, o estudante e o amigo caminhavam na Rua Peixoto Gomide, quase na esquina com a Rua Frei Caneca, quando levou uma garrafada no olho direito. O estudante conta que não viu os agressores se aproximarem. Ao tomar a garrafada, ouviu o amigo que o acompanhava gritando para que corresse. O outro rapaz levou um soco no peito e notou que um dos agressores tinha a cabeça raspada, outro tinha tatuagens, e que todo o grupo vestia roupas pretas - seriam skinheads.
O estudante agredido é homossexual e mora na Zona Oeste. Seu marido está na Alemanha, onde casaram - o país permite a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele diz estar convicto de que o ataque teve motivação homofóbica porque as roupas que usa e a entonação da voz indicariam sua orientação sexual. Ele lamenta o fato e diz não compreender a motivação para agressões gratuitas como as que têm acontecido na região da Paulista. "Não sei se isso é estimulado por comportamento familiar, programas na TV... Não sei interpretar o que acontece na cabeça da pessoa para ter um comportamento desse tipo", afirma.
O amigo tentou ligar para a polícia, mas não foi atendido. O estudante, então, procurou a base móvel da Polícia Militar na Paulista, nas proximidades com a Rua Haddock Lobo. Ele se queixa que os policiais não chamaram reforço para tentar buscar os agressores. "Pelo jeito, pensaram que tinha sido uma briga de balada."

Mãe de suspeito de mortes na Oscar Freire pede perdão a família de vítimas Andréia de Mendonça disse ao G1 que Lucas Rosseti nunca agrediu gays. Advogado afirma que seu cliente alega ter sido dopado por analista.


A mãe de Lucas Rosseti, de 21 anos, apontado pela Polícia Civil como o principal e único suspeito de ter matado a facadas o analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e o modelo Murilo Rezende, de 21, na semana passada em um apartamento na Rua Oscar Freire, nos Jardins, em São Paulo, pediu desculpas aos parentes das vítimas em nome de seu filho. A motorista Andréia Zanetti de Mendonça, de 39 anos, pediu perdão em entrevista ao G1 concedida na manhã desta terça-feira (30). Apesar disso, ela disse que acredita que seu filho agiu em legítima defesa.
Andréia afirmou ainda que seu filho jamais agrediu gays. Bozola era homossexual, segundo testemunhas disseram à polícia. Além disso, Rosseti postou mensagens de cunho homofóbico na internet antes das mortes. Além da suposta motivação homofóbica, a investigação apura a possibilidade de o crime ter ocorrido devido a uma discussão banal envolvendo o tempo de permanência de Rossetti no apartarmento. Assim como Rezende, o jovem era hóspede no apartamento do analista. O combinado era que Rosseti ficasse uma semana no local, mas ele pediu para continuar a morar lá, irritando Bozola.

De acordo com as investigações, as vítimas e o assassino tinham ido a uma pizzaria e a uma boate gay no fim de semana antes do crime em São Paulo. Câmeras de segurança gravaram os três, que estavam acompanhados de outras pessoas.
Após o crime, Rosseti fugiu do prédio com o carro de Bozola. No dia 23, a empregada de Bozola encontrou as vítimas dentro do apartamento dele. De acordo com a investigação, o analista e o modelo foram achados com perfurações. Duas facas foram apreendidas pela perícia da Polícia Técnico-Científica para análise.
O assassino pode ter dopado as vítimas com remédio para dormir, segundo a investigação. A atual namorada de Rezende e sua ex haviam dito à polícia que ele afirmou pela internet e por telefone estar meio "grogue" horas antes do crime. Para tentar despistar a investigação, o agressor usou sangue para escrever nas paredes do imóvel as iniciais de uma facção criminosa que age no Rio de Janeiro, segundo a polícia.
O veículo de Bozola só foi achado no domingo (28) em Sertãozinho, interior de São Paulo. O rapaz acabou preso no dia seguinte na mesma cidade, que fica perto de Igarapava, município onde nasceu e conheceu o analista.

Rosseti foi transferido nesta tarde à capital paulista. Por volta das 15h15, chegou à sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), onde será interrogado.
“Queria aproveitar porque de todas as reportagens que eu vi ninguém mostrou que eu entendo a dor das outras famílias, que eles estão sofrendo também com tudo isso. Pedir perdão, se alguma coisa... se eu puder. Mas que eles entendam, que eu, como mãe, também estou sofrendo tanto quanto eles. Porque o que vai acontecer com meu filho eu não sei, é muito duro”, disse Andréia de Mendonça, que conversou na manhã desta terça-feira (30) com a equipe de reportagem do G1 no escritório do então advogado de seu filho, Ademar Gomes, na região central de São Paulo. O defensor deixou o caso na tarde desta terça.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

.:Entrevista a um Homossexual SÁBADO, 19 DE ABRIL DE 2008


Objectivo:

«     Conhecer melhor os modos de vida dos homossexuais e saber quais os principais problemas com que se deparam no seu dia-a-dia.

Perguntas:

1.     Fale um pouco de si: idade, actividade profissional, local de residência, origem geográfica (meio rural ou urbano/norte ou sul), origem familiar (família pobre/rica/de comerciantes) …

            Tenho 27 anos, trabalho num bar (em part-time), mas ando à procura de trabalho na minha área – design gráfico. Actualmente, moro em Lisboa, embora seja do Ribatejo. A minha família é de classe média (a minha mãe trabalha como governanta e o meu pai é gerente numa oficina de mecânica).

2.     Quando é que percebeu que a sua orientação sexual era esta?

            Percebi que era homossexual por volta dos 11 anos de idade, talvez um pouco mais cedo. Sempre me achei “diferente” do resto dos rapazes, porém, só consegui “dar um nome” a esta “diferença” por volta dos 11 anos. Ao perceber a minha orientação sexual, senti uma espécie de confirmação de uma suspeita. Mais tarde, ao aperceber-me do impacto social que esta situaçãocausaria, comecei a ter medo e vergonha. No entanto, nunca reprimi a minha sexualidade, ou seja, a nível pessoal, aceitei-a muito bem.

3.     Como lida com a sua homossexualidade no dia-a-dia (assumido ou não, perante quem/relação estável ou não, escondida ou aberta/situação no trabalho)?

            Eu sou um homossexual assumido para com os familiares, osamigos e os colegas de trabalho. Assim, não tento esconder a minha homossexualidade, porém, não a demonstro, na medida em que sou contra exibicionismos gratuitos.
            Neste momento, não me encontro em nenhuma relação, mas a anterior era “oculta”, uma vez que o meu companheiro não se assumia como homossexual.
            No local de trabalho, falo abertamente com os meus colegas acerca da minha orientação sexual, no entanto, não me exponho, no sentido em que não falo abertamente com todos sobre isso, mas apenas com amigos. Infelizmente, já me aconteceu informar um amigo de que sou gay e este decidir afastar-se de mim… Possuo ligeiros maneirismos não exagerados, porém, quem olhar para mim dirá que sou um rapaz gestualmente expressivo, nada mais.

4.     A sua família tem ou não conhecimento? Se sim, qual foi a reacção da mesma?

            A minha família mais próxima, isto é, pais e irmãos, sabe e reagiu bem, à excepção do meu pai, que me pôs fora da sua casa (os meus pais estão divorciados). Não houve qualquer tipo de violência, física ou verbal, por parte dele, apenas o silêncio e o afastamento (não comunicamos há já oito anos). Alguns dos meus primos e tios também têm conhecimento da minha homossexualidade e aceitam plenamente.
            Porém, a maioria das famílias dos meus amigos homossexuais tem reacções más que, com o passar do tempo, tendem a melhorar, mas, obviamente, também existem casos em que os familiares aceitam muito bem. No entanto, uma grande parte dos meus amigos ainda não contou, sequer, aos pais, na medida em que temem, por vezes, uma possível rejeição por parte dos mesmos.

5.     Se possível, caracterize a comunidade (ou população) homossexual.

            A comunidade homossexual é tal e qual a heterossexual: também é constituída por promíscuos e pessoas fiéis, indivíduos simpáticos e antipáticos, com gostos diferentes, ou seja, no seio desta existe toda uma panóplia das mesmas personalidades que criam a população heterossexual… A única diferença está no facto de nós, homossexuais, amarmos/sentirmo-nos atraídos por pessoas do mesmo sexo.
            No entanto, na verdade, há algo que distingue a comunidade LGBT– Lésbica, Gay, Bissexual e Trangender – (este termo é mais correcto que “comunidade homossexual”) da heterossexual, relativo à questão da imagem e da superficialidade, que está mais assente na população LGBT, embora isso também se verifique na comunidade heterossexual. Estas pessoas (felizmente, um grupo restrito) julgam os outros apenas pela sua imagem e representam as que gostam de “dar nas vistas”. Contudo, é possível conviver durante muitos anos com um indivíduo homossexual e nunca nos apercebermos da sua orientação sexual. Mas há, também, aqueles homossexuais que “dão nas vistas” (por exemplo, na forma de andar e falar – os tais maneirismos) e não o fazem de propósito, isto é, são assim “por natureza”, apesar de muita gente, erradamente, alegar que agem assim propositadamente.

6.     Na sua opinião, como é actualmente encarada a homossexualidade pela população em geral?

            A população em geral tolera: apesar de haver muita gente preconceituosa, a maioria não insulta, até porque muitos indivíduos já sabem que a homossexualidade não é uma opção sexual nem uma doença. Grande parte da comunidade prefere que os homossexuais não demonstrem afectos em público, o que, para mim, é injusto, uma vez que um casal heterossexual evidencia, sem problemas, “carinhos” em público. Assim, simultaneamente, há e não há tolerância... Efectivamente, muitas pessoas ainda acreditam que, numa relação homossexual, tem de haver, obrigatoriamente, alguém que desempenhe o papel feminino e alguém que exerça o papel masculino; que todos os gays são sensíveis e detestam desporto; que todas as lésbicas são feias e fortes; que os bissexuais são homossexuais não assumidos...
            A homossexualidade, até 1973, era considerada doença psicológica, o que faz com que muitos idosos ainda pensem assim, mesmo aqueles que a aceitam ou toleram. Então, passou a ser encarada como "opção sexual" e, actualmente, “orientação sexual”, que, a meu ver, não define claramente como nós, no geral (ou seja, enquanto humanos), somos. Na minha opinião, tanto a hetero como a homossexualidade são orientações emocionais, psicológicas e sexuais.
            A discriminação sobre a comunidade LGBT, infelizmente, ainda é alta, porém, actualmente, ocorrem menos demonstrações de violência. No entanto, no “interior”, esta ainda é muito elevada, mas acho quemuitos indivíduos não demonstram a sua antipatia porque a sociedade é cada vez mais sensível em relação às minorias. Algumas pessoas vêem a homossexualidade como algo antinatural (apesar de estar provado que a maioria dos animais tem práticas homossexuais); outras acham-se superiores a tal orientação, isto é, uma vez que a heterossexualidade representa a norma, em termos de sexualidade humana, e a homossexualidade existe numa percentagem menor, alguns heterossexuais pensam-se melhores; certas pessoas discriminam porque não conseguem lidar com a sua própria homossexualidade (caso dos homossexuais “reprimidos”). Neste momento, não nos encontramos no ideal duma “sociedade para os homossexuais”, como é o caso da Dinamarca, mas penso que estamos no caminho certo para uma maior igualdade! Realmente, os homossexuais deveriam gozar dos mesmos direitos que os heterossexuais, pois vivemos numa democracia. Todavia, isso deveria acontecer com todos os cidadãos, isto é, independentemente da sua cor, sexo, sexualidade, crença... Uma sociedade que não nos “condenasse” seria muito agradável! Tentar mudar as mentalidades mais “arcaicas” passa por, acima de tudo, educar, ou seja, sensibilizar as pessoas e desmistificar as informações falsas. Penso também que a discriminação acontece e se modifica por fases/ciclos... Esta está muito relacionada com as diferentes gerações, acho eu... Esta nova geração, portanto, os mais jovens, discrimina muito, mas a dos idosos também. Porém, estas discriminações têm características diferentes: os idosos discriminam porque desconhecem (e o ser humano teme o desconhecido), enquanto que os novos discriminam por acharem a homossexualidade algo nojento ou antinatural...
            Nem todos os homossexuais optam por andar de mão dada com o(a) companheiro(a), e isto por diversas razões: um dos membros do casal pode ser “não assumido” (ou ambos); quando se encontram em locais que desconhecem, receiam possíveis ataques; tal como eu, podem não gostar de mostrar afecto em público, entre tantos outros motivos.
            Eu já assisti a insultos destinados a homossexuais, mas estes são lançados tal e qual como comentários negativos a pessoas baixas, altas, magras, gordas... Tive ainda conhecimento do caso de um rapaz cujos supostos melhores amigos encontraram perto de um bar “misto” e agrediram fisicamente. Pelo que soube, este foi atacado apenas pelo simples facto de estar a falar com um indivíduo assumidamente gay...

7.     Já alguma vez se sentiu discriminado por causa da sua orientação sexual? Fale-nos de alguma situação pela qual tenha passado.

            Sim, já me senti discriminado por ser homossexual, no entanto, não de forma directa. Passo a explicar: na escola (“liceu” – 10.º ao 12.º anos), a meio de um debate sobre discriminação nas instituições escolares, assumi-me (nem sei bem de que forma o fiz) como homossexual. Mais tarde – já na faculdade –, soube que a minha turma, desde o dia do tal debate, passou a proteger-me de todas as pessoas que, escondidamente, me ofendiam, explicando aos criticadores que não era correcto caluniarem-me pela minha orientação sexual.

8.     O que pensa acerca das diferentes posições religiosas relativamente à homossexualidade?

            As posições religiosas, relativamente à homossexualidade, no geral, estão mal fundamentadas. Penso que se perdeu muito das origens das diversas religiões... Por exemplo, no caso da Igreja Cristã, a pregação do respeito e do amor ao próximo já não se encontra tão patente. As religiões tornaram-se demasiado activas a nível da política, de maneira que lhes seria bastante benéfica uma reforma qualquer...
            Sei que o Cristianismo, de certa forma, tolera a homossexualidade, desde que esta não seja praticada; o Islamismo condena e chega mesmo a queimar homossexuais; o Judaísmo também condena e excomunga; o Budismo aceita esta orientação sexual, na medida em que a vê como uma forma de “expressão da alma”; o Taoísmo – movimento religioso chinês – aceita, uma vez que também permite todas as outras formas de orientação sexual; desconheço a posição doProtestantismo, no entanto, acho que deve ser minimamente tolerante relativamente à homossexualidade, talvez como forma de “provocar” os cristãos.

9.     Como se sente relativamente ao facto de o casamento civil entre homossexuais, em Portugal, não ser permitido?

            Na minha opinião, o casamento civil entre homossexuais devia ser permitido. Os heterossexuais têm a opção de casar ou não, enquanto os homossexuais não possuem o direito de realizar essa escolha... Eu quero poder dizer "Não me quero casar!", e não "Não me posso casar...". Dessa forma, nós, homossexuais, teríamos a hipótese de casar e desenvolver uma vida em conjunto, de forma aberta e legal. E, muito importante, em caso de doença/acidente, poderíamos ir visitar o nosso cônjuge ao hospital, tal como receber heranças e comprar imóveis conjuntamente.
            Há inúmeras vantagens que nos são facultadas num casamento e que não são numa união de facto... Falando ainda do caso de recebimento de heranças, imaginemos que o meu namorado morre e me deixa, em testamento, uma casa. Estando eu apenas em união de facto com ele, a família directa (pais e irmãos) possui maior poder de decisão que eu. Logo, se essas pessoas não quiserem que eu fique com a tal casa, eu não tenho poder suficiente para discordar. Contrariamente a esta situação, em caso de casamento civil, eu passo a deter maior “autoridade”, uma vez que também sou familiar directo (segundo a lei, cônjuge à pais à irmãos).

10.      E em relação à adopção por homossexuais não ser, também, permitida?

            A minha opinião, relativamente a este assunto, é um pouco incerta... Penso que, neste momento, Portugal ainda não está socialmente apto para que a adopção por homossexuais seja aceite, mas é óbvio que há pessoas que compreendem que dois homens ou duas mulheres podem criar uma criança tão bem como um homem e uma mulher. Porém, a maioria da população portuguesa ainda possui, a nível deste tema, a mentalidade subdesenvolvida.
            Eu sou a favor da adopção por homossexuais, pois tenho plena consciência de que é algo que funciona, uma vez que conheço casais, no nosso país, em que tal situação decorre naturalmente.
            Assim, acho que, por enquanto, esta lei não deve ser alterada, mas, possivelmente, corrigida (ou seja, contendo passagens directamente relativas a casais LGBT, como a possibilidade de uma avaliação da situação do casal homossexual, de modo a que se averigúe a existência das condições necessárias à educação de uma criança, e, talvez, a verificação da presença regular de um indivíduo do sexo masculino/feminino (consoante o caso)).

11.       O que pensa que se poderá fazer para facilitar a integração social dos homossexuais?

            A meu ver, é necessário condenar as práticas preconceituosas que ocorrem em ambientes mais pessoais (grupo de amigos, local de trabalho, escola) e educar a população no sentido de uma maior sensibilizaçãodas diferenças de cada um. E há também aquelas simples acções que todos nós podemos efectuar, inclusivamente os heterossexuais, explicando, a amigos e conhecidos, que é errado discriminar.

Conclusões:
           
            Após a realização desta entrevista, concluímos, novamente (tendo em conta o primeiro testemunho, de uma lésbica), que a revelação da orientação sexual homossexual se faz, principalmente, a amigos mais íntimos e familiares. Compreendemos que, aquando desta revelação a familiares, a reacção nem sempre é positiva, porém, na maioria das vezes, tende a melhorar.
            Aprendemos que o melhor termo para designar a população homossexual é “comunidade LGBT – Lésbica, Gay, Bissexual e Trangender”.
            Percebemos que, na maior parte dos casos, a sociedade tolera mais do que aceita, e que a discriminação (segundo o entrevistado, ainda elevada) se desenvolve, muitas vezes, no interior das pessoas, podendo nunca chegar a ser exteriorizada. O inquirido mostra-se confiante, na medida em que é da opinião que a sociedade portuguesa, neste momento, avança para o sentimento de uma maior igualdade pelas minorias (como é o caso dos indivíduos homossexuais). Apreendemos também que o facto de muitos idosos, na altura em que realizámos o inquérito à população, encararem a homossexualidade como uma doença, se deve ao facto desta, até 1973, ter sido considerada uma doença psicológica (inclusive pela OMS – Organização Mundial de Saúde).
            Este entrevistado, comparativamente com o anterior, demonstrou uma maior percepção de várias posições religiosas relativamente à homossexualidade. Através da resposta a esta pergunta (oitava), foi-nos possível concluir que as diversas religiões encaram de forma diferente a comunidade LGBT, isto é, tendo em conta os princípios pelos quais se guiam.
            Mais uma vez, “fitámos” a lei que proíbe o casamento civil entre gays e lésbicas como uma enorme arbitrariedade contra os casais homossexuais, uma vez que, na nossa opinião, este não se trata de um assunto dúbio, ao contrário do tema “adopção por homossexuais”.
            O inquirido mencionou algo bastante importante e útil para a facilitação da integração social da população LGBT: alguns de nós, enquanto cidadãos que não discriminam, temos o dever de alertar os que, de certa forma, excluem os homossexuais, para que não o façam.